quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

CERCA DE 80% DAS MULHERES TERÃO INFECÇÃO URINÁRIA!!!!!!!!!!!!!!!!

By Suzi,


Infecção urinária ou cistite é uma doença comum que acomete 80% das mulheres ao longo da vida. Desse total, cerca de 30% podem desenvolver infecção urinária de repetição, caracterizada pela ocorrência de pelo menos dois episódios nos últimos seis meses.
Para explicar mais sobre o assunto, o urologista Claudio Murta, Coordenador do Centro de Referência em Saúde do Homem do Hospital de Transplantes Euryclides de Jesus Zerbini (unidade da Secretaria de Estado da Saúde que, apesar do nome, atende também mulheres), conta quais são os principais sintomas, se a doença é transmissível e explica por que ela atinge mais o sexo feminino.
O que é infecção urinária e por que ela acontece?
É a ação de uma bactéria que entra pelo canal da uretra e vai até a bexiga, provocando inflação do órgão e contaminação da urina. Esse microorganismo atua de forma benéfica no trato intestinal, mas quando entra em contato com o sistema urinário torna-se nocivo e causa desconforto ao paciente.

Por que acomete mais às mulheres?
Devido a uma questão anatômica. A uretra feminina é mais curta, o que facilita a chegada da bactéria até a bexiga. Além disso, ela fica próxima da vagina e do ânus, uma área bastante suscetível à presença de bactérias.
É importante urinar depois do sexo?
Sim, porque quando urinamos nós automaticamente lavamos a bexiga. A entrada da bactéria na bexiga é favorecida por tudo que a empurre na direção do órgão, como o próprio ato mecânico da relação sexual.

É transmissível?
Não. A bactéria é do próprio corpo do indivíduo e não é repassada.
Quais os principais sintomas?
Dor no baixo ventre e na hora de urinar, liberar pouca urina, vontade frequente de ir ao banheiro, e odor da urina mais forte.
Como se prevenir?
Ingerir bastante líquido ao longo do dia, cerca de um 1,5 litro de água, higienizar a área genital antes e depois da atividade sexual e, ao higienizar a vulva e região perianal, limpar sempre no sentido da frente para trás, com objetivo de evitar que bactérias passem do ânus para a vagina.

Tratamento:
É feito por meio de antibióticos,que deve ser indicado pelo médico.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Cientistas dizem que possuir cão rejuvenesce dono em até 10 anos.......

By Suzi,

Além de serem os melhores amigos dos seres humanos, os cães são os maiores influenciadores no combate ao envelhecimento. O simples fato de ter um animal rejuvenesce a pessoa em até 10 anos, indicam cientistas da universidade de St Andrews, na Escócia.


"Se você tem um cão em casa, o nível de sua atividade física é equivalente ao de uma pessoa dez anos mais jovem", afirmou o pesquisador Zhiqiang Feng, da universidade, ao jornal britânico "Daily Mail". "Talvez não adicione uma década a sua vida, mas é muito benéfico", contou.
Está provado que permanecer ativo evita uma série de doenças, especialmente as relacionadas com os músculos e ossos.
Fora os benefícios físicos, o cão também influencia na saúde mental. "Na média, em donos de cães há menores níveis de depressão", disse o pesquisador.



"O vínculo entre o pet e o dono beneficia a saúde da pessoa em geral".
O estudo, publicado no jornal "Preventive Medicine", reuniu 547 pessoas para avaliar seus movimentos. O resultado mostrou que donos de cães são mais propensos a praticar atividades físicas do que outras pessoas.




 

Ortorexia: conheça o transtorno que atinge pessoas obcecadas por alimentação saudável!!!!!!

By Suzi,

Descubra os principais sintomas de um novo distúrbio de comportamento alimentar que tem atingido, principalmente, mulheres e adolescentes.
A preocupação exagerada com o rótulo, procedência e preparo de alimentos é o novo distúrbio alimentar do século 21. Ortorexia: é este o transtorno que acaba de entrar para o grupo da anorexia e bulimia, mas que abrange comportamentos aparentemente inofensivos.


Quando a busca por informações sobre alimentos saudáveis chega ao ponto de restringir ao extremo as escolhas alimentares de um indivíduo é sinal de alerta”, conta Hewdy Lobo Ribeiro, médico nutrólogo e diretor da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia). Gastar muito tempo com pesquisas e preparo de comidas assim como em atividades físicas, causando prejuízo às relações familiares e corporativas, também entra para a lista dos sinais.

O fenômeno foi identificado em 1996 pelo médico americano Steven  Bratman, que lançou o livro “Health Food Junkies” (viciados em comida saudável, em tradução livre) para abordar o assunto. Desde lá, novos pacientes, principalmente mulheres e adolescentes, passaram a ser diagnosticados no mundo inteiro. Hoje, a Organização Mundial da Saúde considera que 28% da população ocidental apresenta quadro de ortorexia nervosa. Apesar de achar o número exagerado, Dr. Hewdy confirma o registro de diversos casos no Brasil, desde 2005, quando o tema passou a ser debatido em congressos da área de saúde.


COMPORTAMENTO ANTISSOCIAL:
Alguns quadros avançados do distúrbio podem apresentar anemia e outras carências nutricionais, resultado do corte absoluto de certos ingredientes da dieta, como a gordura, rica em vitamina lipossolúvel e reguladora de alguns hormônios. Dores de cabeça decorrente dos longos períodos de jejum, hipoglicemia e queda da imunidade também entram pra lista. Mas é a perda de liberdade e o isolamento social que mais chama a atenção entre as consequências danosas provocadas pela ortorexia, já que se trata de um prejuízo, às vezes, mais difícil de reparar do que qualquer dano físico ou nutricional.

O especialista  conta que algumas pessoas ficam tão focadas na alimentação, “que se afastam da família, se divorciam quando o cônjuge não embarca na mesma jornada, perdem o trabalho por substituir tempo de produção por horas à procura de novas informações nutricionais, e se isolam por achar que a maioria das pessoas não segue seus preceitos alimentares”. 

Comer fora de casa também se transforma em um problema de proporção exagerada, já que a pessoa desconfia da procedência dos ingredientes usados e da maneira com que os pratos são preparados. Comer e cozinhar se tornam práticas completamente solitárias.


O TRATAMENTO ADEQUADO:
Se não tratada, a ortorexia pode, sim, se converter em um quadro de bulimia e anorexia. “Por isso, é extremamente importante que a pessoa e os familiares sejam ouvidos, primeiro, com o intuito de descobrir outros adoecimentos emocionais, como transtorno obsessivo compulsivo, mais conhecido como TOC. Depois disso, todos os pacientes são encaminhados para consultas de nutroterapia educacional e psicoterapia. E em alguns casos, é necessário fazer uso de medicamentos controlados”, explica Ewdy.


COMO EVITAR O PROBLEMA:
Considerando o aumento substancial do culto ao corpo e da publicidade de produtos supostamente saudáveis, ficar atenta aos sinais apresentados por amigos e familiares pode ser uma ótima forma de diagnosticar precocemente a doença. Repare se o foco da pessoa está voltado apenas a uma alimentação absolutamente saudável, que tem limitado o seu comportamento equilibrado e a liberdade pessoal de vivenciar o universo de oportunidades que a vida oferece socialmente”, finaliza o especialista.

E, na hora de iniciar uma dieta, não hesite em procurar orientação profissional. Aproveite a consulta para levar dúvidas e confirmar a eficácia de algumas mudanças de hábito. Só então embarque em um programa de emagrecimento aconselhado por ele.

Alongue a silhueta! Conheça 4 truques de moda para parecer mais alta..............

By Suzi, 

Se você é do tipo de mulher que prefere parecer ser mais alta do que realmente é, alguns truques simples das stylists das famosas Emily Current e Meritt Elliott poderão te ajudar nesta tarefa. Os principais segredos para adicionar alguns centímetros a mais fazendo apenas alguns ajustes no guarda-roupa sem necessariamente apelar para os altíssimos saltos.


1. APOSTE NA CINTURA ALTA:
Calças do tipo alongam a silhueta e fazem com que as pernas pareçam mais compridas do que já são. As peças podem ser encontradas em nas mais variadas lojas de fast fashion.



2. COMBINE ELEMENTOS:
A cor de seu sapato pode combinar com a mesma tonalidade que suas calças (largas ou justinhas) ou vestidos para dar a impressão de que sua silhueta é mais longa.


3. USE UMA COR SÓ:
O look monocromático é uma das apostas das stylists para fazer você parecer mais alta pois o truque melhora a aparência da proporção do corpo.



4. OPTE POR PLATAFORMAS:
As sandálias são responsáveis por potencializar os truques anteriores. Este modelo de calçado é o mais indicado para quem quer parecer estar nas alturas.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

DIETA SEM PROTEINA PODE SER OPÇÃO SAUDÁVEL!!!!!!!

By Suzi,

Seguir uma alimentação sem carne, ovo ou laticínios pode trazer mais vitalidade e saúde e, até mesmo, ajudar a prevenir o envelhecimento precoce. Mas é preciso fazer as substituições necessárias para evitar carências nutricionais, como as de vitamina B12 e proteína.

De acordo com a Associação Dietética Americana, comer pouca carne ou excluí-la do cardápio reduz as chances de uma série de doenças, como certos tipos de câncer, diverticulite e pedra nos rins.
O que nem todos sabem é que há vários tipos de vegetarianismo, desde o mais conhecido, que só restringe a carne vermelha, até o que elimina das refeições qualquer produto de origem animal, como ovos, leite e mel. As correntes dessa alimentação são cheias de possibilidades, mas é preciso orientação profissional na hora de adotar um cardápio vegetariano.
A nutricionista Paula Castilho diz que é comum as pessoas simplesmente cortarem das refeições produtos de origem animal e se esquecerem de introduzir outros alimentos.
A especialista lembra que não basta comer frutas e saladas. É necessário, primeiro, avaliar a alimentação para tentar diminuir a frequência dos produtos de origem animal e, ao mesmo tempo, incorporar alimentos nutritivos que não deixem o corpo sofrer com a carência de vitaminas. “O mais importante é fazer com que a dieta vegetariana seja natural e prazerosa. A redução da carne deve ser feita ao poucos, para que a adaptação do paladar aconteça de forma gradual”, ensina.
Para não ter deficiências de ferro ou vitamina B12, dois problemas comuns de uma dieta vegetariana desbalanceada, é necessário avaliar quais nutrientes estão sendo eliminados, de modo a substituí-los por equivalentes vegetais. O ômega 3, presente nos peixes de água gelada, responsável pelo bom funcionamento do sistema nervoso, pode ser encontrado nas sementes e na farinha da linhaça.

- Substituições inteligentes:
As proteínas presentes nos ovos e nas carnes podem ser substituídas pela combinação de cereais com leguminosas, como arroz com feijão, lentilha ou grão de bico. “O nosso tradicional arroz com feijão é uma dupla perfeita quando o objetivo é equilibrar a proteína. Se o arroz for do tipo ‘sete grãos’, o cardápio torna-se mais nutritivo”, diz Paula Castilho.
A nutróloga Flávia Teixeira sugere a inclusão de castanhas e sementes oleaginosas, consideradas ‘superalimentos’ para os vegetarianos. “Além de conterem ácidos graxos essenciais, são fontes de proteína e cálcio”, ensina.
Outras excelentes fontes de proteínas são a quinua e o amaranto, que podem compor muitos pratos. O vegetariano saudável completa o cardápio com sementes, grãos integrais, derivados da soja, óleos vegetais, como o de oliva, saladas e frutas frescas.
A combinação de frutas cítricas como laranja, limão, tangerina e acerola, ricas em vitamina C, ajuda a absorver melhor o ferro presente nos alimentos. A vitamina B12 exige uma atenção maior, já que, por ser encontrada somente em produtos animais, pode precisar de suplementação em alguns tipos de vegetarianismo.
Paula Castilho frisa que as refeições devem ser ricas em nutrientes, e não apenas fontes de calorias. Para isso, dá algumas sugestões: “as batatas fritas podem ser trocadas por chips de banana ou maçã; vegetais enriquecem os sanduíches; em vez de doces, devem-se preferir castanhas. Um prato saudável é variado e colorido”, destaca.
A variedade evita carências vitamínicas. O feijão, por exemplo, é uma boa fonte de proteína e ferro, mas não pode ser a única, porque não oferece alguns outros nutrientes. Os laticínios são nossa maior fonte de cálcio. Portanto, quem dispensa leite e derivados pode compensar a falta desse mineral consumindo alimentos como milho, feijão, aveia, avelã, castanhas e vegetais verde-escuros. Já os ovos, ricos em proteína, podem ser substituídos pelos grãos e leguminosas.

-Erros comuns:
As nutricionistas alertam que a dieta vegetariana pode ser bastante calórica. Basta lembrar que é permitido consumir óleos, castanhas, massas, pizzas, chocolates, margarinas, pães e doces.
Uma das principais preocupações de quem segue o vegetarianismo deve ser uma possível deficiência de ferro, já que as carnes são suas principais fontes. Para driblar esse problema, o cardápio deve conter castanhas, amêndoas, nozes, frutas secas, sementes de gergelim ou de girassol – sempre acompanhadas de uma porção de vitamina C (uma laranja, uma mexerica ou um suco de limão, por exemplo), que potencializa a absorção do ferro.
A falta de proteínas, fornecidas pela carne de vaca, de frango e de peixe, pode causar problemas ósseos, fraqueza muscular, desânimo, calvície e até amenorreia – ausência da menstruação. A necessidade de proteína de um adulto é de 0,8 gramas por quilo. É só fazer o cálculo, com base no peso de cada um. Uma concha de feijão, por exemplo, tem 10 gramas de proteína, um copo de leite, 7,2 gramas, uma xícara de queijo cottage, 13 gramas e uma castanha de caju, 1,5 gramas. Segundo a nutricionista Perla Nogueira,  sete colheres de feijão ou seis colheres de grão de bico suprem a necessidade diária de proteína de um adulto.
A carência de vitamina B12, presente apenas em carnes, peixes, aves, ovos e leite, e responsável pela formação e o funcionamento do sistema nervoso, acomete mais quem exclui todo tipo de derivado de animais. “A saída para, essas pessoas, são os suplementos e os produtos fortificados, como cereais matinais enriquecidos com B12”, ensina Paula Castilho.
A nutricionista Perla Nogueira lembra que a deficiência de zinco, nutriente que ajuda a fortalecer o sistema imunológico, também é uma questão comum. E dá uma informação importante: “Nas refeições ricas em ferro e zinco, devem ser evitados alimentos com alto teor de cálcio, pois esse mineral compete com eles na absorção”, ensina. Como boa opção para vegetarianos, ela sugere as bebidas vegetais, à base de soja, arroz ou amêndoas, fortificadas com vitaminas.
Uma alimentação rica e variada é fundamental para a saúde. O vegetarianismo pode ser uma opção saudável, desde que sejam feitas as compensações nutricionais adequadas, sob orientação de um profissional.

-Tipos de vegetarianismo:
  
-Semivegetarianismo:
pode consistir na exclusão apenas da carne de mamíferos e abranger as carnes brancas, ou excluir também a carne de aves, mas incluindo peixes e/ou frutos do mar (pescetarianismo)

-Ovolactovegetarianismo:
dieta composta por alimentos de origem vegetal, ovos, leite e derivados deles. Exclui somente a carne, de qualquer tipo.

-Lactovegetarianismo:
dieta composta por alimentos de origem vegetal, leite e seus derivados. Não admite ovos nem qualquer tipo de carne. É a dieta tradicional da população indiana

-Ovovegetarianismo:
inclui apenas alimentos de origem vegetal e ovos.  Exclui produtos lácteos e seus derivados e carne.

-Vegetarianismo semiestrito:
exclui quase todos os alimentos de origem animal. Inclui somente o mel

-Vegetarianismo estrito:
também chamado de vegetarianismo verdadeiro ou vegano, exclui todos os produtos de origem animal. Vegetarianos estritos não comem qualquer tipo de carne, ovos, laticínios, mel, etc.

Fonte: Paula Castilho, nutricionista


Consultoras: Flávia Teixeira, nutróloga do Espaço Stella Torreão, Paula Castilho, nutricionista, e Perla Nogueira, nutricionista do Espaço Nutriente

Falta de sono pode provocar perda de neurônios, diz pesquisa!!!!!!!!!!!

By Suzi,

Pesquisa, feita em ratos, identificou morte de 25%
 de certas células do cérebro por falta de sono

A falta de sono pode ter consequências mais sérias do que se imaginava, como a perda permanente de neurônios, revela um novo estudo feito por cientistas americanos.


Em camundongos, a falta prolongada de sono levou à morte de 25% de certas células do cérebro, destaca a pesquisa, publicada na revista científica The Journal of Neuroscience.

Cientistas responsáveis pelo estudo acreditam que se o resultado for semelhante em humanos, seria inútil tentar "compensar" as horas de sono perdidas.
Eles estimam que um dia será possível desenvolver uma droga para proteger o cérebro dos efeitos negativos das noites mal dormidas.
O estudo analisou ratos de laboratório que foram mantidos acordados para replicar a falta de sono tão característica da vida moderna, ora por turnos de trabalho noturnos ou horas demais passadas no escritório.

Análise:
Para conduzir a pesquisa, uma equipe de cientistas da Universidade da Escola de Medicina da Pensilvânia estudou certas células do cérebro que mantêm o cérebro alerta.
Dias depois de seguirem um padrão de sono semelhante àquele dos que normalmente trabalham em turnos noturnos – três dias de jornadas noturnas com apenas quatro a cinco horas de sono durante o dia – o camundongos perderam 25% de seus neurônios, em parte do tronco cerebral.
Os pesquisadores dizem que essa é a primeira evidência de que a falta de sono pode levar à morte de células do cérebro.
Eles acrescentam, entretanto, que mais pesquisas são necessárias para descobrir se pessoas que dormem pouco correriam maior risco de dano cerebral permanente.
Segundo uma das responsáveis pela pesquisa, Sigrid Veasey, "nós temos evidência de que a falta de sono pode levar a uma lesão irreversível".



"Isso pode ter acontecido em um animal simples, mas indica que nós precisamos pesquisar melhor esse efeito em humanos".

Ela afirmou que o próximo passo é fazer um exame post-mortem nos cérebros de pessoas que dormiam pouco para buscar indícios de perda de células cerebrais.
A longo prazo, os cientistas acreditam ser possível desenvolver um medicamento para proteger os neurônios, ao estimular a química natural envolvida na recuperação do sono.
Segundo Hugh Piggins, da Universidade de Manchester, o experimento indica o que pode dar errado no cérebro humano a partir do estudo em ratos.

"Os autores traçam paralelos com as pessoas que trabalham em turnos à noite e sugerem como a privação crônica de sono pode afetar negativamente não só a saúde física, mas também mental", disse Piggins.

"Essa hipótese terá de ser, no entanto, testada com mais pesquisas. No entanto, é consistente com muitos relatos médicos sobre a importância dos ciclos de sono para a melhoria do bem estar.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

PORQUE BOCEJAMOS!!!!!!!!

By Suzi,

A fisiologia do bocejo:


Quando uma pessoa boceja, o alongamento dos músculos da mandíbula aumenta o fluxo sanguíneo na cabeça, no pescoço e no rosto. Também envia líquido cefalorraquidiano para baixo, para longe do cérebro. Da mesma forma, quando um bocejo é combinado com a ampla abertura de sua boca (aquela visão que a gente não precisa ter dos outros), esse movimento promove um fluxo de grandes quantidades de ar através das cavidades oral e nasal.

- Teorias do bocejo:
Existem três principais teorias sobre por que as pessoas bocejam. São elas:
1. Bocejar aumenta os níveis de oxigênio no sangue:
O bocejo faz com que a gente puxe grandes quantidades de ar. Por isso, muitas pessoas têm essa teoria de que o propósito de bocejar é chamar mais oxigênio e expirar CO2. Esse princípio da sabedoria popular não tem absolutamente nenhuma evidência que a apoia. Aliás, é bem pelo contrário.
Um estudo realizado em 1987 mostrou que o bocejo não promove nem o aumento, nem a redução dos níveis de oxigênio e gás carbônico, respectivamente, no sangue. Isso fez com que alguns cientistas concluíssem que o bocejo não tem nada a ver com essa suposta função de oxigenar o sangue.
2. O bocejo estimula e auxilia a excitação:
Tem-se observado que, em várias espécies, bocejar parece acontecer em um momento estratégico de antecipação de eventos importantes e durante as transições de comportamento. Acredita-se, então, que o bocejo facilita um estado elevado de alerta e conscientização – que também é apoiado por evidências de alterações que acompanham o bocejo nos níveis de neurotransmissores.

3. Bocejar ajuda a resfriar a temperatura do cérebro:
Recentemente postulada, essa teoria de que o bocejo tem uma função de termorregulação começa observando que a temperatura do cérebro é controlada por três fatores: a temperatura e a velocidade do fluxo sanguíneo e do metabolismo do organismo. Como o bocejo aumenta o fluxo sanguíneo, não é razoável supor que o seu objetivo seja resfriar o cérebro.
A teoria foi desenvolvida pela primeira em um estudo de 2007, que envolveu dois experimentos relacionados. No primeiro, os participantes foram orientados a respirar tanto pelo nariz quanto pela boca e depois foram solicitados a ver vídeos de outras pessoas bocejando. Aqueles que respiravam por via nasal não demonstraram ser contagiados pelo bocejo alheio.
No segundo experimento, os participantes foram convidados a colocar alternadamente ou um pacote quente ou frio na testa e, mais uma vez, assistir a vídeos de pessoas bocejando. Resultado: 41% dos que tinham um pacote quente em suas cabeças se contagiaram com outros bocejos, enquanto que 9% das pessoas com um pacote frio se mostraram menos propensas a bocejar ao ver outras pessoas bocejando. Assim, os pesquisadores concluíram que o resfriamento do cérebro tem alguma função/implicação do ato de bocejar.
Depois, em 2010, uma pesquisa em cérebros de ratos mostrou que, antes de um bocejo, há um aumento na temperatura do cérebro, precedido por uma diminuição imediatamente depois do bocejo. Em um estudo de acompanhamento, os pesquisadores descobriram que, embora o cérebro inteiro fique mais frio depois de um bocejo, a temperatura que aumenta no período pré-bocejo é a do córtex.
Três mecanismos explicam a hipótese de como o bocejo refresca o cérebro.
Em primeiro lugar, sabe-se que a temperatura do cérebro é 0,2°C maior do que a do sangue arterial. Portanto, em teoria, com o aumento do fluxo de sangue, o sangue mais quente no cérebro é empurrado para fora, e o sangue mais frio entra. Os pesquisadores comparam este processo ao processo de resfriamento de um radiador.
O segundo mecanismo também tem como base a troca de calor, mas desta vez se trata do ar frio, que é arrastado para as cavidades da boca, nariz e seios nasais. Ao entrar em contato com as áreas venosas que contêm sangue quente, o ar resfria o sangue e remove o calor quando o ar da respiração é exalado. Este processo é semelhante ao de refrigeração.

O terceiro mecanismo também envolve a interação do ar frio com os seios nasais, embora dessa vez seja com a finalidade de encorajar a evaporação ao longo da mucosa sinusal. Este sistema seria semelhante ao modo como o corpo resfria por meio do suor na superfície da pele.